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Venezuela

  • Solidariedade com a Revolução Bolivariana - Intervenção de Ilda Figueiredo

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    Senhor Embaixador da República Bolivariana da Venezuela
    Caros Amigos

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúdo todos os presentes nesta acção de Solidariedade com a Revolução Bolivariana da Venezuela e de homenagem à memória do Presidente Hugo Chavez e ao seu legado de líder que o povo amava porque ele amava o povo. Foram enormes as mudanças concretizadas nos 14 anos da sua presidência da República Bolivariana da Venezuela e da corajosa acção do povo venezuelano na defesa do seu País, da sua revolução e da Constituição Bolivariana, aprovada em 1999.


    O Presidente Hugo Chávez Frías faleceu em Caracas a 5 de março de 2013, cinco meses depois de ter sido reeleito para mais um mandato como Presidente da República Bolivariana da Venezuela, cargo que ocupava desde 1998, período durante o qual não faltaram tentativas das forças reacionárias com apoio exterior, sobretudo dos EUA, de pôr em causa as profundas transformações políticas, económicas e sociais da Revolução Bolivariana.


    Novamente registam-se acções de provocação e desestabilização, actos de violência e destruição perpetrados na República Bolivariana da Venezuela por sectores dos mais reaccionários da oposição, tentando pôr em causa o Presidente Nicolás Maduro, democraticamente eleito o ano passado.


    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) já condenou firmemente tais acções e actos e expressa toda a solidariedade com o povo venezuelano na sua luta corajosa na defesa da Revolução Bolivariana e dos importantes desenvolvimentos económico, social e cultural já conseguidos, além dos importantes contributos que estão a dar para a construção de alternativas progressistas em diversos países da América Latina, de que são exemplos ALBA, UNASUR, CELAC e Mercosul.
    As reformas políticas e sociais levadas a cabo pela Revolução Bolivariana, com a efectiva participação da população, combinando justiça social com respeito pelas liberdades cívicas e direitos humanos, e vontade política de usar a riqueza do país, designadamente o petróleo, para o bem-estar de todos os venezuelanos, visando construir um mundo mais pacífico, baseado em relações mais igualitárias entre países, foram a razão de sucessivas vitórias eleitorais de Hugo Chavez e, agora, de Nicolás Maduro.


     As escolhas políticas progressistas feitas pelo Projecto Bolivariano, na construção de alternativas ao neoliberalismo e na construção de pontes entre instituições e participação popular, estão a provocar violentos ataques da oposição. Tais ataques violentos, da parte de forças reacionárias, demonstram que, aqueles que perderam sucessivas eleições, continuam a recorrer a todos os meios, incluindo a violência, para tentar alterar a ordem constitucional e anular a vontade do povo venezuelano, livremente expressa em sucessivas eleições presidenciais, nacionais, regionais e locais.


    O que se passa demonstra que não olham a meios para pôr em causa os importantes passos e o contributo dado pela República Bolivariana na consolidação da soberania da Venezuela e para a evolução solidária e progressista da América Latina.


    O CPPC tem alertado para a gravidade da situação e apelado à solidariedade de todos os democratas e organizações progressistas para com povo venezuelano e as suas importantes conquistas - alcançadas por sua vontade, expressa nas urnas e nas ruas, de prosseguir o caminho das transformações sociais e de afirmação da soberania e independência nacionais - perante as ameaças de recrudescimento de renovadas ingerências externas.


    Em nome do CPPC renovo aqui a nossa solidariedade com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano na sua afirmação soberana e na defesa das suas instituições democráticas e o nosso apelo para que se denuncie a actual violência e destabilização que o povo venezuelano está a enfrentar, dando provas de que quer continuar o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos, mantendo e prosseguindo o legado do comandante Hugo Chavez.

    Viva a Revolução Bolivariana da Venezuela!

  • Solidariedade com a Revolução Bolivariana - Porto

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  • Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    Organizações membro do CMP convergiram numa expressão de solidariedade com a Venezuela bolivariana.

    O presente texto esteve aberto a subscrição desde o dia 24 de Julho, tendo sido tornado público no dia 27 de Julho, dia em que foi enviado ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI) e ao Presidente e Governo da República Bolivariana da Venezuela.

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    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.

  • Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    Conjunto de organizações portuguesas subscrevem texto em solidariedade com a Venezuela Bolivariana.

    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.

    As imensas riquezas naturais da Venezuela, nomeadamente as suas reservas de petróleo, são alvo da cobiça das grandes corporações multinacionais, nomeadamente das norte-americanas, que nunca aceitaram o processo de mudanças e transformações iniciado pelo Presidente Hugo Chávez há 18 anos.

  • Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    O Conselho Português para a Paz e cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade para com o povo venezuelano e as forças patrióticas e democráticas bolivarianas.

    O CPPC afirma, uma vez mais, a sua condenação da acção desestabilizadora levada a cabo pelos Estados Unidos e os seus aliados contra a República Bolivariana da Venezuela, promovendo o seu isolamento político, a aplicação de ilegais e inaceitáveis sanções, o bloqueio económico e financeiro e mesmo a ameaça de intervenção militar e o apoio a acções golpistas e terroristas neste país.

  • Solidariedade com a Venezuela bolivariana Fim à ingerência, respeito pela soberania

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) associa-se à preocupação e repúdio, já amplamente manifestadas por organizações e personalidades de todo o mundo, em relação à deslocação de forças navais dos Estados Unidos da América (EUA) para junto das costas da Venezuela, nas Caraíbas.
    A militarização do Mar das Caraíbas, junto à República Bolivariana da Venezuela, é uma grosseira violação do direito internacional e uma grave ameaça a este estado soberano, mas é também um ato de intimidação que visa os Estados da região, em mais uma tentativa de criar condições para lhes impor políticas contrárias aos interesses dos seus povos.
    É longa a sequência de intervenções militares, golpes de Estado, sanções, bloqueios e muitas outras tentativas de desestabilização e mudança de regime levadas a cabo pelos sucessivos governos dos EUA contra os povos da América Latina que lutam pelo seu direito inalienável a decidir e construir soberanamente o seu destino.
    É atroz o longo rasto de violência, sofrimento, morte e atraso deixado por tais ingerências – de intervenções abertas ou encapotadas (como em Granada, Panamá ou Nicarágua) ao apoio a ditaduras militares fascistas (Chile, Brasil, Argentina, Paraguai, Bolívia, Venezuela, Colômbia, etc.), passando pela imposição de bloqueios e sanções (de que Cuba é o exemplo maior) e de acordos comerciais lesivos das economias dos países e dos direitos dos povos.
    A presente movimentação de forças navais dos EUA segue-se a uma ignóbil campanha de acusações falsas contra o presidente Nicolás Maduro e o governo bolivariano, orquestrada pelos EUA para fabricar o mito do seu envolvimento no narcotráfico e com isso inventar o pretexto para atos mais gravosos contra a Venezuela e outros Estados da América Latina e das Caraíbas. Esta escalada pode representar mais um passo num caminho insano e perigoso com consequências imprevisíveis.
    O CPPC, saudando a coragem e resistência de que a República Bolivariana da Venezuela e o seu povo têm dado provas, expressa a sua solidariedade com a luta que travam contra a ingerência do imperialismo, pela paz, a soberania, o desenvolvimento, a justiça e o progresso social.
    Diante das ameaças em curso dos EUA, não pode haver hesitações: é hora de manifestar a mais firme e inequívoca solidariedade com a Venezuela e o seu direito a viver em paz e soberanamente.
    A Direção Nacional do CPPC
    01-09-2025
  • Solidariedade com a Venezuela, em Lisboa

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    Realizou-se, no final da tarde de dia 26 um acto simbólico em solidariedade com a Venezuela, pela Paz na América Latina e pela libertação do presidente Nicolás Maduro e a deputada Cília Flores.
    Esta ação teve lugar no dia em que se realizou a 2ª audiência do julgamento do Presidente Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores sequestrados pelos EUA desde 3 de janeiro, dia em que a Venezuela sofreu ataques militares, agressão e ameaças que continuam, em total violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.
    Foi reafirmada, em postais e palavras de ordem, a solidariedade com o povo venezuelano.
  • Solidariedade com os povos da América Latina e Caraíbas, contra a agressão dos EUA à Venezuela

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    Mobilizados pelo CPPC e pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC), dezenas de pessoas concentraram-se junto à estátua de Simón Bolívar, em Lisboa, ao final da tarde de terça-feira 16, para protestar contra as ameaças dos EUA contra a República Bolivariana da Venezuela e expressar a sua solidariedade aos povos da América Latina.
    Intervindo em nome das duas organizações, a presidente da AAPC, Sandra Pereira, salientou que ali se exigia "o cumprimento dos princípios do direito internacional, consagrados na Carta das Nações Unidas, que reconhecem a soberania e os direitos dos povos, incluindo à paz, ao desenvolvimento e a disporem dos seus recursos, e que rejeitam a ingerência, a agressão e a guerra ou a sua ameaça, incluindo pela imposição de medidas coercivas unilaterais e o roubo de recursos". São exatamente esses princípios, denunciou, "que estão a ser violados, uma vez mais, pelos EUA".
    Denunciando a concentração de poderosos meios militares norte-americanos junto às fronteiras da Venezuela, as ações belicistas, as ameaças de uma agressão militar contra este e outros países da região, os ataques a embarcações e o assassinato das suas tripulações, a apreensão de um petroleiro e a ameaça de um bloqueio naval", Sandra Pereira relacionou estas ações com anos e anos de ingerências e agressões dos EUA contra a Revolução Bolivariana: "O que os EUA pretendem é apoderarem-se, de novo, dos imensos recursos naturais da Venezuela, país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é rico em gás natural, ouro, água doce e diversos minerais raros de grande utilização industrial. É isto, e não quaisquer falsas e hipócritas preocupações com a 'democracia' ou o 'narcotráfico', que move os EUA."
    A presidente da direção nacional do CPPC, Isabel Camarinha, anunciou a entrega ao primeiro-ministro, na próxima quinta-feira, de uma Carta Aberta subscrita por seis organizações em que se expressa o repúdio pelas ameaças de agressão militar norte-americana contra a Venezuela.
    Estiveram presentes a Embaixadora e representantes da Embaixada e do Consulado da República Bolivariana da Venezuela.
  • Solidariedade com os povos da América Latina! Fim à agressão dos EUA à Venezuela!

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    No final da tarde do dia 3 de Fevereiro, exatamente um mês após da agressão militar dos EUA contra a Republica Bolivariana da Venezuela, no Porto, junto à Brasileira, apesar da chuva e do frio, muitos voltam a sair à rua em solidariedade com o povo venezuelano e povos da América Latina, denunciando e condenando a agressão dos EUA e o rapto do Presidente Nicolás Maduro e da sua esposa e deputada Cilia Flores.
    Interveio Manuela Branco, vice-presidente da Direção Nacional do CPPC, que condenou o ataque à Venezuela, a proibição de venda e do fornecimento de petróleo venezuelano, a imposição de sanções a países que vendam ou forneçam petróleo a Cuba, o não cumprimento do direito internacional e das resoluções da ONU.
    Reafirmou que os povos têm direito a decidir o seu próprio destino, a viver sem sanções, com soberania, dignidade e Paz.
    Venezuela Vencerá!
    Cuba Vencerá!
  • Solidariedade com os Povos da Venezuela e da América Latina

  • Solidariedade com República Bolivariana da Venezuela. Abolição imediata da ordem executiva dos EUA

    Na sequência de posições anteriores, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a recente decisão dos EUA de prolongar a infundada e injusta ordem executiva de Março de 2015, chamada "Emergência Nacional" e as respectivas sanções contra a República Bolivariana da Venezuela, o governo de Nicolas Maduro e o seu povo, o que foi já condenado por inúmeros países e organizações da América Latina e do Caribe. O CPPC considera tal decisão uma intromissão e ingerência inaceitáveis nos assuntos internos da Venezuela e na sua soberania e exige a sua imediata abolição.

  • Solidariedade Internacional com a Revolução Bolivariana

    Divulgamos 1º video de depoimentos internacionais em solidariedade com a Revolução Bolivariana, que conta com a participação da presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo

    https://youtu.be/k0qY_MMhahk

  • Solidariedade Internacional com a Revolução Bolivariana

    Divulgamos 2º video de depoimentos internacionais em solidariedade com a Revolução Bolivariana, que conta com a participação da presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo.

    https://youtu.be/10OwGnygUp4

     

  • Taça Hugo Chávez

    No passado dia 11, em Lisboa, decorreu mais uma edição da Taça Hugo Cháves em Portugal, o jogo de futebol promovido pela representação diplomática da República Bolivariana da Venezuela em Portugal, juntou duas equipas que incluíram, activistas do CPPC, cidadãos venezuelanos e outros amigos da Revolução Bolivariana.

    O encontro, que mais uma vez ficou marcado pelo clima festivo e de amizade, celebra a figura de Hugo Chávez e o ideal por si defendido da prática do desporto como um direito e parte fundamental do desenvolvimento do ser humano como um todo.

     

     

  • Tentativa de agressão mercenária contra a Venezuela: as teias da operação por Gustavo Carneiro*

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    Os contornos da tentativa de agressão mercenária contra a Venezuela de 3 e 4 de Maio vão sendo conhecidos à medida que são tornados públicos documentos e confissões de alguns dos detidos. As provas até agora reunidas revelam uma operação de grande envergadura (e avultados investimentos) que congrega a oposição violenta e golpista venezuelana, militares desertores, grandes empresários de diferentes nacionalidades, narcotraficantes, mercenários norte-americanos e os governos da Colômbia e dos Estados Unidos da América.

    As declarações prestadas às autoridades venezuelanas pelos mercenários capturados, entre os quais se contam dois ex-militares dos EUA, um funcionário da agência norte-americana DEA e militares venezuelanos desertores, ajudam a revelar os criminosos objetivos da chamada Operação Gedeón. Os intervenientes nos desembarques do início do mês, e que eram apenas uma parte de toda a operação, pretendiam assassinar o legítimo presidente Nicolas Maduro e assumir o controlo dos principais aeroportos e dos serviços de informações e segurança do país.

  • Urgente acabar com sanções e bloqueio contra a Venezuela

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) sublinha a importância do apelo recente da relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Alena Douhan, para que cessem as sanções contra a Venezuela e que países como Portugal actuem para descongelar recursos do Estado venezuelano.
    A relatora salientou que as sanções, o bloqueio económico contra a Venezuela e o “congelamento” de recursos “exacerbaram as calamidades” e “limitam o direito à vida, à educação, comida e medicamentos”, tendo afirmado que as medidas coercivas impostas, desde 2017, pelos EUA e pela União Europeia travaram o desenvolvimento do país porque reduziram as receitas do Estado, especialmente da venda de petróleo, em 99%, o que dificulta as respostas sociais, situação tanto mais dramática quanto se está numa grave situação sanitária por causa da COVID 19.
    Recorde-se que, por causa do bloqueio e das sanções, diversos países bloquearam milhares de milhões de euros venezuelanos, e que, no caso português, estão em causa mais de 1500 milhões de euros bloqueados no Novo Banco, que o ministro venezuelano dos Negócios Estrangeiros, Jorge Arreaza, assegura estarem destinados à importação de medicamentos, vacinas, alimentos, matérias-primas industriais, sementes e fertilizantes, materiais hospitalares e outras despesas vitais.
    Assim, mais uma vez, o CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da República Bolivariana da Venezuela e a sua luta em defesa da soberania, do progresso social e da paz, contra as sanções e bloqueios, apelando também a todos os amantes da paz para que se envolvam nesta solidariedade e na exigência às autoridades portuguesas que pugnem pelo levantamento imediato das sanções e do bloqueio imposto pelos EUA à Venezuela e pela devolução por parte do Novo Banco dos avultados recursos soberanos que tem ilegal e ilegitimamente cativos.
    Direção Nacional do CPPC
  • VENEZUELA – A VERDADE POR TRÁS DAS MENTIRAS

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    A convite da Fábrica de Alternativas, na sua Sede Social em Algés / Oeiras, o Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 16, numa Sessão subordinada ao tema: “Venezuela – a verdade por trás das mentiras”.

    Esta iniciativa, realizada no âmbito da atividade daquela Associação, contou com a participação de Amílcar Silva Campos, em representação do CPPC, e com uma significativa afluência de associados que participaram ativamente e com muito interesse no debate que se desenrolou ao longo de aproximadamente 2 horas.

    Neste esclarecedor debate, perpassou o sentimento generalizado de condenação do golpe de estado em curso na Venezuela, de condenação dos seus promotores e da posição assumida pelo Governo Português, ao mesmo tempo que se manifestou um forte apego aos princípios e valores consignados na Carta das Nações, no Direito Internacional e na Constituição da República Portuguesa de não intervenção nos assuntos internos de outros países, de igualdade jurídica dos Estados, da resolução pacífica dos conflitos, do respeito pelos direitos humanos e pela autodeterminação dos povos.

  • Venezuela – Governo português desrespeita princípios constitucionais e direito internacional

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    É com profunda indignação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) constata que, tal como vinha anunciando, o Governo português, em frontal desrespeito pela Constituição da República Portuguesa e pelo Direito Internacional avançou com o reconhecimento da auto-proclamação do autêntico capataz dos EUA, Juan Guaidó, como “presidente” da Venezuela.

    A condenável postura subserviente aos interesses dos EUA assumida pelo Governo português torna-o, não só cúmplice, como activo promotor, da manobra golpista em curso contra o legítimo Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro e o regime constitucional venezuelano, que dá continuidade a duas décadas de desestabilização e ameaças contra a Republica Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, que atingem igualmente a comunidade portuguesa que vive naquele país.

  • Venezuela Bolivariana | Coragem e Resiliência

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) tem acompanhado com profunda indignação, mas sem surpresa, os primeiros sinais em matéria de política externa vindos da nova Administração dos Estados Unidos da América, e, designadamente, em relação à República Bolivariana da Venezuela.
    Indignação pelas sanções perversas e ilegais impostas pelos EUA à Venezuela, que têm exacerbado as dificuldades económicas do país e afetado dramaticamente todo o povo, em especial os mais pobres, infligindo um sofrimento atroz, inclusive à numerosa comunidade portuguesa que habita naquele país.
    A atual Administração parece querer prosseguir esta política de ingerência e bloqueio, embora com eventuais alterações de fachada de modo a facilitar o envolvimento de terceiros países no seu projeto de guerra híbrida contra a Venezuela soberana, que luta corajosamente pela gestão dos seus recursos naturais em prol da melhoria de vida do seu povo face a uma oligarquia habituada a viver de rendas da exploração por procuração das multinacionais
  • Venezuela Hoje - Sessão Pública

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    No próximo dia 11 de fevereiro realiza-se, na Casa do Alentejo, em Lisboa, às 18h, uma sessão sobre a situação na Venezuela.
    A sessão contará com a participação da embaixadora da Venezuela em Portugal e com testemunhos de vários representantes de organizações que estiveram solidariamente presentes na tomada de posse do presidente Nicolás Maduro, no passado dia 10 de Janeiro, em Caracas.
    Convidamos todos a participar!