Outras Notícias

Venezuela

  • O povo venezuelano não quer voltar atrás!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a vitória das forças bolivarianas da Venezuela nas recentes eleições municipais realizadas neste país, demonstração da determinação do povo venezuelano em prosseguir a defesa do caminho da soberania, do progresso social, da justiça e da paz.

    Este resultado, reafirma a rejeição por parte da maioria do povo venezuelano da violência dos grupos armados golpistas, da descarada e inaceitável acção de ingerência e ameaças de intervenção dos EUA contra a Venezuela, do constante boicote económico e bloqueio financeiro que estes promovem para – tirando partido da baixa do preço do petróleo e das dificuldades por que passa este país latino-americano – procurarem desestabilizar e agudizar a situação económica venezuelana, uma acção que tanto afecta o povo venezuelano e a comunidade portuguesa residente neste país.

  • O povo venezuelano persiste no caminho do futuro

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) congratula-se e saúda o povo venezuelano pela forma como decorreram as recentes eleições regionais na República Bolivariana da Venezuela, que tiveram lugar no passado dia 15 de Outubro.

    Nesta eleições votaram mais de 60% dos eleitores, em mais de 40 mil mesas e centros eleitorais, tendo a coligação Grande Pólo Patriótico – constituída pelo Partido Socialista Unido da Venezuela e mais nove outras forças políticas – conquistado 18 dos 23 estados, tendo alcançado 54% dos votos.

    Trata-se de um resultado que – na continuidade da eleição da Assembleia Nacional Constituinte – reafirma a clara rejeição por parte da maioria do povo venezuelano da violência dos grupos armados golpistas, da descarada e inaceitável acção de ingerência e ameaças de intervenção dos EUA contra a Venezuela, e do constante boicote económico e bloqueio financeiro que promove. O povo venezuelano não quer voltar para trás.

  • Obama, a Venezuela não é uma ameaça!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação associa-se à iniciativa "Pela retirada imediata da ordem executiva contra a Venezuela" e apela à subscrição do texto abaixo, através da ligação www.change.org/p/presidente-de-ee-uu-barack-obama-retiro-in…

    "OBAMA, A VENEZUELA NÃO É UMA AMEAÇA

    PELA RETIRADA IMEDIATA DA ORDEM EXECUTIVA CONTRA A VENEZUELA

    Nós, amantes da paz, dirigimos um apelo ao governo dos EUA para que assuma as suas obrigações internacionais, no respeito pela autodeterminação dos povos e ao direito destes decidirem livremente o seu caminho.

    No dia 9 de Março fomos surpreendidos pela Ordem Executiva emitida pelo presidente Obama através da qual “declara uma emergência nacional perante a ameaça inusual e extraordinária para a segurança nacional e a política externa dos Estados Unidos representada pela situação na Venezuela.”

    Esta declaração é ainda mais surpreendente ao ser feita dois dias após a União de Nações do Sul (UNASUR), órgão de integração regional, ter estado na Venezuela e reunido com todos os poderes públicos deste país, reunido com vários representantes dos diversos partidos da oposição, o que representou um apoio à democracia venezuelana e às eleições parlamentares previstas para o final do ano.

    Destacamos, ainda, que a presença do Secretário Geral da UNASUR e dos ministros dos negócios estrangeiros do Equador, da Colômbia, do Brasil e do Uruguai, aconteceu por iniciativa do próprio Presidente da República Bolivariana da Venezuela, que desde o início do ano pediu a participação deste organismo para que facilite o diálogo com o governo dos EUA.

    Nem as sanções, nem os bloqueios, nem as agressões armadas são caminhos para um diálogo verdadeiro. A história já demonstrou, como o admitiu o governo de Obama, no passado dia 17 de Dezembro em relação a Cuba, que essas são políticas ineficientes e que só prejudicam os povos.

    Nós, amantes da PAZ e acérrimos inimigos da GUERRA, opomo-nos a estas acções e apelamos a que o Presidente Barack Obama retire a Ordem Executiva contra a Venezuela e normalize as relações diplomáticas com o governo, legitimamente eleito, do Presidente Nicolás Maduro, com base no respeito mútuo e no princípio da não ingerência nos assuntos internos de outros países."

    ‪#‎ObamaDerogaElDecretoYa‬

  • Obama, a Venezuela não é uma ameaça!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação que se associou à iniciativa internacional pela retirada imediata da ordem executiva contra a Venezuela, apelando à subscrição do texto "Obama, a Venezuela não é uma ameaça", divulga abaixo um conjunto de personalidades portuguesas, que apoiam esta iniciativa.

    O conjunto das assinaturas recolhidas em todo o mundo será apresentado durante a Cimeira das Américas que decorre na cidade do Panamá a 10 e 11 de Abril.

    Reafirmando a sua Solidariedade com a Revolução Bolivariana o CPPC recorda ainda a iniciativa que decorrerá hoje na Casa da Paz (Rua Rodrigo da Fonseca, 56 -2º - Lisboa), pelas 18h, com a projecção do documentário "Um Golpe e uma Carta".

  • Organizações venezuelanas pedem o desbloqueio de fundos ilegalmente retidos pelo Novo Banco

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    Solidário com os seus objectivos o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) divulga carta de 19 organizações de defesa dos Direitos Humanos e movimentos sociais venezuelanos, entregue no passado dia 2 de Maio na Embaixada de Portugal na Venezuela, com o pedido de que o Governo português actue para que sejam desbloqueados 1543 milhões de euros do Estado Venezuelano, ilegalmente bloqueados no Novo Banco.

  • Parlamento Europeu premeia violência golpista

    O Parlamento Europeu atribuiu o prémio Sakharov aos sectores que têm protagonizado a violência golpista na Venezuela e que são responsáveis por dezenas de vitimas entre a população venezuelana.

    Significativamente, um dos laureados é Leopoldo López. Recorde-se que Leopoldo López foi condenado por desvio de dinheiro da empresa estatal de petróleo da Venezuela e do Município de Chacao, que dirigiu entre 2000 e 2008. Foi Leopoldo López que encabeçou a manifestação contra o Palácio de Miraflores, que originou dezenas de mortos e que serviu de pretexto para desencadear o golpe de Estado que, em 2002, afastou por 3 dias o Presidente Hugo Chávez. Leopoldo López foi igualmente um dos principais instigadores das acções de violência em 2014, que incluíram as barricadas conhecidas como “guarimbas”, das quais resultaram 43 mortos. É na sequência da sua responsabilidade perante esta acção terrorista que Leopoldo López foi condenado a 13 anos de prisão em 2015.

  • Pela defesa da soberania da Venezuela e do respeito pelo Direito Internacional

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), na sequência das suas posições na defesa da soberania da República Bolivariana da Venezuela e do direito internacional, considera da maior gravidade o precedente aberto pelo tribunal do Reino Unido ao reconhecer Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, alegando a necessidade de ir ao encontro da decisão já tomada pelo governo britânico nesse sentido.
    Torna-se patente o caráter político e não jurídico desse reconhecimento. A despeito das decisões hostis que alguns governos possam tomar motivados por razões ideológicas ou de outra natureza, a República Bolivariana da Venezuela é um estado soberano membro de pleno direito da ONU, com os competentes órgãos políticos e administrativos a funcionar e com o qual, aliás, o Reino Unido mantém relações diplomáticas formais de estado-a-estado envolvendo as autoridades de ambos os países. À luz do direito venezuelano, do direito internacional e da Carta das Nações Unidas o governo presidido por Nicolas Maduro é o representante legítimo do estado da Venezuela.
  • PELA PAZ SOLIDARIEDADE COM A REVOLUÇÃO BOLIVARIANA! | COIMBRA

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    Belo ato de solidariedade com a Revolução Bolivariana, aconteceu na Casa da Cultura de Coimbra.

    Muitos amantes da PAZ defenderam a cooperação entre os povos e manifestaram-se contra a ingerência imperialista dos Estados Unidos da América (EUA), nos assuntos internos da Venezuela. Os ativistas da Paz, responderam ao apelo do Conselho Português para a Paz e Cooperação(CPPC) e participaram neste “Ato Político-Cultural” demonstrando que a Venezuela não está só. Participaram também reconhecidos artistas - João Queirós, Catarina Moura, Luís Pedro Madeira e Rui Damasceno – que, desta forma, expressaram a sua solidariedade com a Venezuela Bolivariana.

  • Pela Paz, Solidariedade com a Revolução Bolivariana

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  • Pela Paz, Solidariedade com a Revolução Bolivariana | Coimbra

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  • Pelo fim à agressão dos EUA à Venezuela, em Braga

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    Na Rua do Castelo, em Braga, teve lugar, no dia 5 de janeiro uma ação de protesto contra a agressão militar dos EUA à Venezuela e pela Paz!
    Nas intervenções, de Rafael Lomba, pelo CPPC, Bruno Oliveira, do Projecto Ruído e Carlos Cruz da União de Sindicatos de Braga, reafirmou-se a solidariedade com o povo venezuelano e condenou-se os bombardeamentos dos EUA a territórios da Republica Bolivariana da Venezuela.
    "Venezuela não está só" ouviu-se bem alto e reafirmou-se a exigência do cumprimento do direito internacional e o fim da ingerência e agressão dos EUA.
  • Presidente do Conselho Mundial da Paz reafirma apoio à defesa da soberania da Venezuela contra tentativas de golpe

    A presidente do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes, emitiu uma nota de solidariedade ao povo venezuelano na passada sexta-feira (30 de Junho), perante a intensificação da tentativa golpista no país e à inflamada retórica imperialista contra a Venezuela. Socorro Gomes reafirmou o apoio do CMP à defesa da soberania nacional e à resistência contra a ingerência estrangeira, que tem apoiado e promovido os avanços das forças reacionárias no país, culminando nos recentes ataques a dois edifícios governamentais, a 27 de Junho.

  • Presidente do Conselho Mundial da Paz saúda a Venezuela pela vitória democrática da Constituinte

    A presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, emitiu uma declaração nesta segunda-feira (31) e enviou felicitações ao governo bolivariano da Venezuela pelo êxito da eleição para a Assembleia Nacional Constituinte.

    “Saudamos o povo venezuelano pela vitória na eleição da Assembleia Nacional Constituinte

    É com alegria e confiança que recebemos a notícia dos resultados das eleições democráticas na Venezuela para a composição da Assembleia Nacional Constituinte, convocada de forma legítima e soberana. Estamos seguros de que este magnífico resultado cria melhores condições para restabelecer a paz no país e alcançar a estabilidade política. Igualmente, dá mais força ao povo venezuelano e ao governo bolivariano para resistir à ingerência imperialista dos Estados Unidos e seus aliados e aos intentos golpistas da oligarquia reacionária e antipatriótica.

  • República Bolivariana da Venezuela: soberania e progresso.

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    O CPPC esteve presente na importante jornada de apoio ao presidente Nicolás Maduro, em Caracas, Venezuela.
    Num importante acto popular, em que também participaram delegações diversas de 125 países, foi reafirmado o direito soberano do povo venezuelano escolher o seu caminho de progresso social social e de paz, dando continuidade ao legado de Hugo Chavez na evolução da República Bolivariana da Venezuela.
    O CPPC esteve representado por Ilda Figueiredo, presidente da direção nacional.

  • Respeitar a soberania e a vontade do povo venezuelano!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda o povo venezuelano pela importante demonstração de soberania e patriotismo dada no passado domingo, 20 de Maio, nas eleições presidenciais onde votaram cerca de metade dos cidadãos eleitores (48%), tendo Nicolás Maduro obtido 68% dos votos expressos.

    Perante a conspiração e as ameaças externas e internas, o povo venezuelano mostrou a sua determinação em prosseguir, soberana e democraticamente, o caminho que livremente escolheu: da paz, do progresso social, da cooperação com todos os povos, nomeadamente os da América Latina.

  • Respeitar a vontade do povo venezuelano

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    O CPPC promoveu, no dia 18, uma sessão pública sobre as recentes eleições legislativas na República Bolivariana da Venezuela, com o significativo lema «Respeitar a Vontade do Povo Bolivariano».
    De facto, é precisamente isto que está em causa nesta situação: acossada pelo imperialismo, a Venezuela e o seu povo defendem o seu processo democrático e soberano, iniciado com a vitória eleitoral da Hugo Chávez nas eleições de dezembro de 1998 e que o desde o início tem enfrentado a ingerência, o golpismo e o bloqueio do imperialismo norte-americano, apoiado pela UE, por alguns países da América Latina e pela oligarquia venezuelana.
    Estiveram presentes os embaixadores da Venezuela e de Cuba em Portugal, Lucas Rincón Romero e Mercedes Martínez, respetivamente, Luís Carapinha, do CPPC, e Sandra Pereira, deputada do Partido Comunista Português no Parlamento Europeu, que esteve como observadora no ato eleitoral.
    A sessão teve como objetivo principal dar informação sobre os últimos desenvolvimento da situação na República Bolivariana da Venezuela, não deixando de constituir um vibrante momento de solidariedade e de defesa do direito dos povos trilharem os seus próprios caminhos de desenvolvimento soberano, sem ingerência de qualquer espécie. A solidariedade internacional é, a par da resistência no próprio país, o caminho para vencer.
  • Respeite-se a vontade do povo venezuelano

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    Com o aproximar das eleições legislativas de 6 de Dezembro, na Venezuela, das quais sairá a nova composição da Assembleia Nacional e contra as quais os EUA e seus aliados, nomeadamente a UE, têm instigado ao boicote, cresce a necessidade da solidariedade de todos em defesa do direito do povo venezuelano a decidir do seu futuro.
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) recordando que, por exemplo, a UE recusou um convite de Caracas para enviar observadores às eleições, divulga ligação para a petição "A União Europeia deve respeitar o veredicto das urnas na Venezuela".
  • Respeite-se o direito internacional e a Constituição de Abril

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia firmemente as declarações do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, que constituem uma ameaça directa à República Bolivariana da Venezuela e uma inaceitável ingerência nos assuntos internos de um país soberano.

    Ao fazer depender uma não intervenção militar externa no pais sul-americano da realização de eleições, o ministro português associa vergonhosamente o nome de Portugal aos que pretendem, a todo o custo, derrubar o governo legítimo da Venezuela para, assim, inverter as conquistas políticas, económicas, sociais e culturais alcançadas nos últimos 20 anos pela Revolução Bolivariana e colocar os vastos recursos naturais do país ao serviço de interesses estrangeiros, em particular dos EUA.

  • Saudação a Cuba e à República Bolivariana da Venezuela

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação congratula-se com mais uma importante vitória de Cuba na Assembleia–Geral da ONU na luta contra o bloqueio económico que o governo dos EUA continua a impor aos cubanos e ao Mundo, dado o seu carácter extra-territorial. Foi no passado dia 28 de Outubro que, mais uma vez, com 188 votos a favor, e pela vigésima terceira vez consecutiva, a Assembleia-Geral das Nações Unidas solicitou aos Estados Unidos da América que ponha fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro contra Cuba.

  • Saudação e solidariedade com o povo venezuelano

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda calorosamente o povo venezuelano pela sua participação massiva nas eleições do passado domingo para a Assembleia Nacional Constituinte, que constituiu uma vibrante demonstração da sua vontade em prosseguir e aprofundar o rumo de progresso, justiça social e soberania protagonizado nos últimos 18 anos.

    Esta que foi a mais expressiva votação de sempre a favor da Revolução Bolivariana, com mais de oito milhões de votos, tem um significado ainda maior no quadro concreto em que as eleições foram realizadas, marcado pela violência perpetrada por grupos de extrema-direita ligados à oligarquia e aos EUA (que procuraram impedir a votação), pela não menos violenta campanha mediática, que continua, e pelas poderosas pressões externas, protagonizadas sobretudo pelos EUA, mas também por países da região, como a Colômbia, o Brasil, a Argentina, e pela União Europeia.