Outras Notícias

manifestação

  • Saudação à Manifestação Nacional de Mulheres

    manifestacao nacional de mulheres de 8 de marco 1 20200310 1680795352

    Saudando a Manifestação Nacional de Mulheres de 8 de Março, em Lisboa, promovida pelo Movimento Democrático de Mulheres e reconhecendo-se nos seus objectivos o Conselho Português para a Paz e Cooperação estará presente nesta jornada de luta e convida todos os amantes da paz a participarem na manifestação e a se juntarem à faixa com que o CPPC desfilará.

    Concentração Praça dos Restauradores, junto Avenida da Liberdade, às 14h30.

    O CPPC saúda calorosamente as Mulheres na luta contra a discriminação e violência, contra as desigualdades, na luta pelos seus direitos, pela afirmação da sua força fundamental para que no país haja uma verdadeira política de igualdade e justiça social.

    As Mulheres estiveram e estão na luta pela paz e contra a guerra, que está profundamente ligada à luta pelo progresso social. Estiveram e estão na luta por um Mundo livre de Armas Nucleares, em defesa do seu futuro, do futuro da Humanidade.

    Pela Paz, todos não somos de mais!

  • Sim à Paz! Não à NATO! | CPPC em Madrid, em Lisboa e no Porto

     

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou na manifestação «Não à NATO | Não às guerras | Pela Paz | Fora as bases | Não ao orçamento militarista» que se realizou em Madrid, no passado dia 26 de Junho.
    O CPPC integrou a manifestação, desfilando com o pano «Paz sim! NATO não!» e as suas bandeiras, junto com outras organizações membro do Conselho Mundial da Paz (CMP).
    Esta manifestação integrou-se num conjunto de iniciativas que tiveram lugar em Madrid contra a Cimeira da NATO que se realizou nos dias 29 e 30 de Junho.
    O CPPC aceitou o convite do Comité Espanhol de Defesa da Solidariedade e de Luta pela Paz (CEDESPAZ) não só para participar nesta manifestação, como no painel sobre o tema «Alternativas para uma segurança colectiva e não militarizada», no quadro da Cimeira Pela Paz Não à NATO, que se realizou nos dias 24 e 25 de Junho, igualmente na capital espanhola.
    Na sua intervenção (ver abaixo), Eduardo Lima, membro da Direção Nacional do CPPC, reafirmou, entre outros aspectos, a rejeição do caminho do militarismo e da guerra, a necessidade da dissolução dos blocos político-militares, logo da NATO – nomeadamente dando continuidade à campanha "Paz sim! NATO não!"– e a importância da construção de um sistema de segurança coletiva assente nos princípios da Carta das Nações Unidas.
    Deste modo, o CPPC associou-se ao apelo para, junto com o CEDESPAZ e o CMP, participar e apoiar as acções que seriam realizadas contra a NATO em Madrid, lançado na reunião das organizações membro do CMP da região Europa, realizada em Novembro de 2021, em Gaia.
    Em Portugal, o CPPC empenhou-se, em conjunto com outras entidades, na realização de desfiles em Lisboa, no dia 25 de Junho, e no Porto, no dia 29 de Junho, associando-se ao Apelo "Paz sim! Guerra e corrida aos armamentos não!" subscrito por dezenas de personalidades e organizações portuguesas, e onde o CPPC participou dando igualmente expressão à campanha "Sim à Paz! Não à NATO!"
  • Solidariedade com o Saara Ocidental | Participação na manifestação da CGTP-IN

    solidariedade com o saara ocidental participacao na manifestacao da cgtp in 1 20190726 1415471360

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 10, na manifestação convocada pela CGTP-IN.

    Com o CPPC participou na manifestação a delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), de visita ao nosso país.

    Ao longo do percurso foram várias as manifestações de apoio dos trabalhadores portugueses à causa do povo saarauí.

  • TODOS JUNTOS PELA PAZ! É urgente parar a guerra!

    470203655_854617673549676_5467463542156879545_n.jpg

    APELO
    Todos juntos pela Paz!
    É urgente pôr fim à guerra!

    É urgente pôr fim à guerra! É urgente defender a Paz! É urgente mobilizarmo-nos por esta causa tão atual e determinante para salvaguardar o presente e o futuro da Humanidade.

    Os preocupantes desenvolvimentos no plano internacional e a realidade dramática com que estão confrontadas milhões de pessoas vítimas da guerra, o risco de um conflito de grandes e trágicas proporções, comprovam a necessidade e a emergência de pôr fim à confrontação e à corrida aos armamentos, fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para que se abram caminhos para a Paz, o diálogo, a solução política dos conflitos.

    Apelamos a todos e a todas que querem a Paz que se unam nesta grande Manifestação e afirmem que é premente:
    • pôr fim imediato ao genocídio do povo palestino e à escalada de guerra no Médio Oriente levada a cabo por Israel, e garantir a concretização dos direitos nacionais do povo palestino e a Paz nesta região;
    • pôr fim aos conflitos, seja no Líbano, na Síria, no Sara Ocidental, no Sudão ou na Ucrânia, e às trágicas consequências e sérios perigos que comportam;
    • pôr fim à escalada militarista e ao aumento das despesas militares e promover o desarmamento geral, simultâneo e controlado, e defender, desde logo, a abolição das armas nucleares;
    • rejeitar que verbas que devem ser utilizadas para o aumento dos salários e das pensões, para assegurar e promover os direitos à saúde, à educação, à segurança social, à habitação, para a melhoria das condições de vida, sejam gastas para os armamentos e a guerra;
    • pôr fim aos bloqueios e às sanções que colocam em causa a soberania de países e atingem duramente as condições de vida dos trabalhadores e dos povos;
    • dar lugar à diplomacia e à solução política dos conflitos, rejeitando a ameaça ou o uso da força nas relações internacionais, e defender o respeito destes e de outros princípios da Carta das Nações Unidas e da Ata Final da Conferência de Helsínquia;
    • exigir que o Governo português não contribua para o agravamento dos conflitos e o militarismo, e cumpra os princípios da Constituição da República Portuguesa, entre outros, o direito à autodeterminação dos povos, a não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança coletiva;
    • promover a cooperação, solidariedade e a amizade entre os povos e defender o seu direito à paz, condição essencial para o desenvolvimento, a justiça e o progresso social, para a segurança e o bem-estar da Humanidade.

    Façamos sentir o pulsar coletivo do nosso povo, que quer a paz e não se conforma com a guerra, apelamos à participação na Manifestação Nacional «Todos Juntos pela Paz! É urgente pôr fim à guerra!» que terá lugar em Lisboa, no dia 18 de janeiro, às 15h00, com início no Cais do Sodré.

    Primeiras organizações promotoras:

    Associação de Amizade Portugal Cuba
    Associação de Cubanos residentes em Portugal
    Associação Conquistas da Revolução
    Associação de Estudantes da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
    Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
    Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
    Associação dos Reformados da Grande Lisboa
    Associação de Moradores e Cidadãos - Malagueira Viva e Vivida
    Associação Intervenção Democrática - ID
    BOTA - Base Organizada da Toca das Artes
    Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    Confederação Nacional Reformados, Pensionistas e idosos - MURPI
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Grupo EducAR - Educação Antirracista
    Juventude Comunista Portuguesa
    Movimento Democrático de Mulheres
    Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
    Porta a Porta - Casa para Todos
    Projecto Ruído – Associação Juvenil
    Sindicato dos Professores da Região Centro
    Sindicato dos Professores da Região Sul
    União de Resistentes Antifascistas Portugueses
    União dos Sindicatos de Beja
    União dos Sindicatos de Lisboa

  • Todos pela Palestina e pela Paz no Médio Oriente!

    Screenshot_2023-11-30_10-23-07.png

    Todos pela Palestina e pela Paz no Médio Oriente!
    Independentemente do desenvolvimento da situação nos próximos dias, a solidariedade com o povo palestiniano tem de prosseguir.
    É preciso com urgência:
    -um cessar-fogo imediato e permanente;
    -pôr fim a novos bombardeamentos e ataques israelitas;
    -assegurar que o massacre acabe de uma vez por todas;
    -impedir a expulsão dos palestinianos das suas casas e terra;
    -garantir a ajuda humanitária e a reconstrução da Faixa de Gaza;
    -pôr fim à violência dos militares e colonos israelitas na Cisjordânia;
    -pôr fim a 17 anos de desumano cerco da Faixa de Gaza;
    -libertar todos os detidos;
    É preciso que, após muitas décadas de promessas incumpridas, seja concretizado um Estado Palestiniano independente, com controlo soberano das suas fronteiras e recursos.
    A Palestina e o Médio Oriente precisam de paz, o que passa pelo reconhecimento e cumprimento dos direitos nacionais do povo palestiniano.
    É necessário o nosso empenhamento e a nossa solidariedade.
    Dia 8 de Dezembro, às 15 horas, voltamos às ruas de Lisboa, em Manifestação entre o Martim Moniz e o Largo José Saramago.